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La fête du jour

Sexta-feira, 28 de julho
São Pedro Poveda

Sacerdote, mártir (†1936)

 

Em 1876 nasceu Pedro, o primeiro dos seis filhos de José Poveda Montes e María Linarejos Castroverde Moreno. Muito cedo decidiu ser sacerdote e em 1888 entrou no Seminário de Jaén. Seis anos depois obteve uma bolsa de estudos para estudar no Seminário de Guadix (Granada), onde em 1897 foi ordenado sacerdote.

Arrecada recursos, prega missões populares e desperta a sensibilidade de toda a cidade pela situação de indigência dos bairros mais pobres da cidade, organizando as Conferências de São Vicente de Paulo. Em 1902, convencido da importância da educação, funda as Escolas do Sagrado Coração para meninos e meninas pobres.

Em 1906, foi nomeado cônego da Basílica de Santa Maria la Real, de Covadonga. Começou o projeto de preparar professores cristãos leigos para evangelizar ao publicar diversos escritos sobre a problemática educativa e a formação dos professores.

Em 1911, abriu em Gijón a Academia Pedagógica para professores e, preocupado pela promoção da mulher, abre uma Academia Feminina para estudantes de Magistério.

Em 1913, ajudado pela jovem estudante da Escola Superior do Magistério, Josefa Segovia Morón, cria o Instituto Teresiano, trabalhando com professores e mestres, carregando o peso da missão dos seculares da Igreja. A este período pertencem alguns de seus mais importantes escritos de espiritualidade.

Nomeado Capelão Real, em 1921, mudou-se para Madri, onde trabalhou ativamente na Comissão Nacional contra o Analfabetismo, com estudantes, professores e marginalizados.

O Instituto Teresiano foi aprovado pelo papa Pio XI, em 1924, como Pia União de Fiéis a nível internacional para que homens e mulheres, em suas diversas profissões, e especialmente no âmbito da educação e da cultura, pudessem trabalhar pela transformação humana e social, segundo o Evangelho. Foi-lhe confiada a organização das Estudantes Católicas e das Juventudes Femininas Universitárias, pertencentes à nascente Ação Católica Feminina. O Teresiano chegou ao Chile. Interveio decisivamente na fundação da Associação de Mestres Católicos e da Federação de Amigos do Ensino (FAE). Impulsionou também a Associação Nacional de Pais de Família, convencido da importância dos distintos agentes educativos e especialmente da família.

Em 24 de maio de 1930, ingressou na Irmandade do Refúgio de Madri para servir aos pobres e aos meninos órfãos e abandonados.

Morreu fuzilado em Madrid no dia 28 de julho de 1936, aos 61 anos de idade. Suas últimas palavras foram: “Sou sacerdote de Cristo”.

Em 2003, foi canonizado em Madri, pelo papa São João Paulo II.

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Oração da manhã

Lança sobre o Senhor teus cuidados,
porque ele há de ser teu sustento.
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo,
como era no princípio, agora e sempre.
Amém

Hino

Deus, que criastes a luz,
sois luz do céu radiosa.
O firmamento estendestes
com vossa mão poderosa.

A aurora esconde as estrelas,
e o seu clarão vos bendiz.
A brisa espalha o orvalho,
a terra acorda feliz.

A noite escura se afasta,
as trevas fogem da luz.
A estrela d'alva fulgura,
sinal de Cristo Jesus.

Ó Deus, sois dia dos dias,
sois luz da luz, na Unidade,
num só poder sobre os seres,
numa só glória, Trindade.

Perante vós, Salvador,
a nossa fronte inclinamos.
A vós, ao Pai e ao Espírito
louvor eterno cantamos.

Salmo 147(147b)
Vou mostrar-te a noiva, a esposa do Cordeiro (Ap 21,9).

Glorifica o Senhor, Jerusalém!
Ó Sião, canta louvores ao teu Deus!

Pois reforçou com segurança as tuas portas,
e os teus filhos em teu seio abençoou;
a paz em teus limites garantiu
e te dá como alimento a flor do trigo.

Ele envia suas ordens para a terra,
e a palavra que ele diz corre veloz;
ele faz cair a neve como lã
e espalha a geada como cinza. –

Como de pão lança as migalhas do granizo,
a seu frio as águas ficam congeladas.
Ele envia sua palavra e as derrete,
sopra o vento e de novo as águas correm.

Anuncia a Jacó sua palavra,
seus preceitos e suas leis a Israel.
Nenhum povo recebeu tanto carinho,
a nenhum outro revelou os seus preceitos.

Glória ao Pai...

Leitura breve Gl 2,19b-20
Com Cristo, eu fui pregado na cruz. Eu vivo, mas não eu, é Cristo que vive em mim. Esta minha vida presente, na carne, eu a vivo na fé, crendo no Filho de Deus, que me amou e por mim se entregou.

Lanço um grito ao Senhor, Deus Altíssimo, este Deus que me dá todo bem.
Que me envie do céu sua ajuda!

BENEDICTUS
Pelo amor do coração de nosso Deus, o Sol nascente nos veio visitar.

Bendito seja o Senhor Deus de Israel,
porque a seu povo visitou e libertou;

e fez surgir um poderoso Salvador
na casa de Davi, seu servidor,

como falara pela boca de seus santos,
os profetas desde os tempos mais antigos,

para salvar-nos do poder dos inimigos
e da mão de todos quantos nos odeiam.

Assim mostrou misericórdia a nossos pais,
recordando a sua santa Aliança

e o juramento a Abraão, o nosso pai,
de conceder-nos que, libertos do inimigo,

a ele nós sirvamos sem temor
em santidade e em justiça diante dele,
enquanto perdurarem nossos dias.

Serás profeta do Altíssimo, ó menino,
pois irás andando à frente do Senhor
para aplainar e preparar os seus caminhos,

anunciando ao seu povo a salvação,
que está na remissão de seus pecados;

pela bondade e compaixão de nosso Deus,
que sobre nós fará brilhar o Sol nascente,

para iluminar os quantos jazem entre as trevas
e na sombra da morte estão sentados

e para dirigir os nossos passos,
guiando-os no caminho da paz.

Glória ao Pai...

Preces
Cheios de confiança em Deus, que ama e protege todos aqueles que redimiu por seu Filho Jesus Cristo, façamos nossa oração:

R. Confirmai, Senhor, o que em nós realizastes!

Deus de misericórdia, dirigi nossos passos nos caminhos da santidade,
– para pensarmos somente o que é verdadeiro, justo e digno de ser amado. R.

Por amor do vosso nome, não nos abandoneis para sempre,
– mas lembrai-vos, Senhor, da vossa aliança. R.

De coração contrito e humilde, sejamos acolhidos por vós,
– pois não serão confundidos aqueles que em vós esperam. R.

Vós, que, em Cristo, nos chamastes para uma missão profética,
– dai-nos a graça de proclamarmos sem temor as maravilhas do vosso poder. R.

(Intenções livres)
Pai nosso ...

Oração
Derramai, Senhor, sobre o povo suplicante a abundância da vossa graça, para que, seguindo os vossos mandamentos, receba estímulo e ajuda na vida presente e felicidade sem fim na pátria futura. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Meditação

Cem, sessenta e trinta por um

A sementeira foi feita pelos apóstolos e pelos profetas, mas é o próprio Senhor que semeia. É o próprio Senhor que está presente neles, pois foi o próprio Senhor que fez a colheita. Porque, sem Ele, eles não são nada, enquanto que Ele, sem eles, permanece na Sua perfeição. Com efeito, Ele disse-lhes: “Sem Mim nada podeis fazer” (Jo 15, 5). Semeando, portanto, entre as nações, que disse Cristo? “Um semeador saiu para semear” (Mt 13, 3). Noutro texto, os semeadores foram enviados para colher; agora, o semeador sai para semear, e não se queixa do trabalho. Com efeito, que importa que o grão de trigo caia à beira do caminho, sobre as pedras ou entre os espinhos? Se ele se deixasse desencorajar por estes lugares ingratos, não avançaria até à boa terra! […]
É de nós que se trata: seremos esse caminho, essas pedras, esses espinhos? Queremos ser a boa terra? Dispomos o nosso coração a produzir trinta vezes mais, sessenta vezes mais, cem vezes, mil vezes mais? Trinta vezes, mil vezes, sempre trigo e apenas trigo. Não sejamos mais esse caminho onde a semente é pisada por quem passa e onde o nosso inimigo a agarra como os pássaros. Nem essas pedras onde uma terra pouco profunda faz germinar rapidamente um grão que não consegue resistir ao calor do sol. Nunca mais esses espinhos, as ambições deste mundo, este hábito de fazer o mal. Com efeito, que coisa pior pode haver do que aplicar todos os esforços a uma vida que impede de chegar à vida?
Que coisa mais infeliz que escolher a vida para perder a vida? Que coisa mais triste que temer a morte para sucumbir ao poder da morte? Arranquemos os espinhos, preparemos o terreno, recebamos a semente, aguentemos até à colheita, aspiremos a ser arrecadados nos celeiros.
Santo Agostinho (354-430)
Sermão 101

Oração da tarde

Bendito sejas, Senhor,
Deus de ternura e de Amor!
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo,
como era no princípio, agora e sempre.
Amém.

Hino

Onze horas já passaram,
chega a tarde e o dia termina;
entoemos louvores a Cristo,
que é imagem da glória divina.

Já passaram as lutas do dia,
o trabalho por vós contratado;
dai aos bons operários da vinha
dons de glória no Reino esperado.

Ó Senhor, aos que agora chamais
e que ireis premiar no futuro,
por salário, dai força na luta,
e, na paz, um repouso seguro.

Glória a vós, Cristo, Rei compassivo,
glória ao Pai e ao Espírito também.
Unidade e Trindade indivisa,
Deus e Rei pelos séculos. Amém.

Salmo 144(145) 13b-21
Todos os olhos, ó Senhor, em vós esperam, estais perto de quem pede vossa ajuda.

O Senhor é amor fiel em sua palavra,
é santidade em toda obra que ele faz.
Ele sustenta todo aquele que vacila
e levanta todo aquele que tombou.

Todos os olhos, ó Senhor, em vós esperam
e vós lhes dais no tempo certo o alimento;
vós abris a vossa mão prodigamente
e saciais todo ser vivo com fartura.

É justo o Senhor em seus caminhos,
é santo em toda obra que ele faz.
Ele está perto da pessoa que o invoca,
de todo aquele que o invoca lealmente.

O Senhor cumpre os desejos dos que o temem,
ele escuta os seus clamores e os salva.
O Senhor guarda todo aquele que o ama,
mas dispersa e extermina os que são ímpios.

Que a minha boca cante a glória do Senhor
e que bendiga todo ser seu nome santo
desde agora, para sempre e pelos séculos.

Glória ao Pai...

Leitura breve Rm 8,1-2
Não há mais condenação para aqueles que estão em Cristo Jesus. Pois a lei do Espírito que dá a vida em Jesus Cristo te libertou da lei do pecado e da morte.

O Cristo morreu pelos nossos pecados;
Pelos ímpios, o justo e conduziu-nos a Deus.
Foi morto na carne, mas vive no Espírito.

MAGNIFICAT
Ó Senhor, sede fiel ao vosso amor, como havíeis prometido a nossos pais!

A minha alma engrandece ao Senhor
e se alegrou o meu espírito em Deus, meu Salvador;

pois ele viu a pequenez de sua serva,
desde agora as gerações hão de chamar-me de bendita.

O Poderoso fez por mim maravilhas
e Santo é o seu nome!
Seu amor, de geração em geração,
chega a todos que o respeitam;

demonstrou o poder de seu braço,
dispersou os orgulhosos;
derrubou os poderosos de seus tronos
e os humildes exaltou;

De bens saciou os famintos,
e despediu, sem nada, os ricos.
Acolheu Israel, seu servidor,
fiel ao seu amor,

como havia prometido aos nossos pais,
em favor de Abraão e de seus filhos, para sempre.

Glória ao Pai...

Preces
Aclamemos a Cristo Jesus, esperança daqueles que conhecem o seu nome; e peçamos confiantes:

R. Senhor, tende piedade de nós!

Cristo Jesus, vós conheceis a fragilidade da nossa natureza, sempre inclinada para o pecado;
– fortalecei-a com a vossa graça. R.

Tende compaixão da nossa fraqueza humana, sempre propensa ao mal;
– por vossa misericórdia, dai-nos o vosso perdão. R.

Vós aceitais, benigno, a penitência para reparar a ofensa;
– afastai de nós os castigos que merecemos pelos nossos pecados. R.

Vós, que perdoastes a pecadora arrependida e carregastes nos ombros a ovelha desgarrada,
– não nos recuseis a vossa misericórdia. R.

Vós, que, pelo sacrifício da cruz, abristes as portas do céu,
– acolhei na eternidade todos aqueles que nesta vida esperaram em vós. R.

(Intenções livres)

Pai nosso ...

ANTÍFONA MARIANA
Salve Rainha, Mãe de Misericórdia, vida e doçura esperança nossa salve! A vós bradamos degredados filhos de Eva.
A vós suspiramos gemendo e chorando neste vale de lágrimas.
Eia, pois advogada nossa, esses vossos olhos misericordiosos a nós volvei, e depois deste desterro, mostrai-nos Jesus, bendito fruto do vosso ventre, ó clemente, ó piedosa ó doce e sempre Virgem Maria.
Rogai por nós Santa Mãe de Deus, para que sejamos dignos das promessas de Cristo. Amém

SEJAM SANTOS!
Na escola da santidade.

Evangelho

Evangelho segundo S. Mateus 13,18-23.
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Escutai o que significa a parábola do semeador:
Quando um homem ouve a palavra do reino e não a compreende, vem o Maligno e arrebata o que foi semeado no seu coração. Este é o que recebeu a semente ao longo do caminho.
Aquele que recebeu a semente em sítios pedregosos é o que ouve a palavra e a acolhe de momento com alegria,
mas não tem raiz em si mesmo, porque é inconstante, e, ao chegar a tribulação ou a perseguição por causa da palavra, sucumbe logo.
Aquele que recebeu a semente entre espinhos é o que ouve a palavra, mas os cuidados deste mundo e a sedução da riqueza sufocam a palavra, que assim não dá fruto.
E aquele que recebeu a palavra em boa terra é o que ouve a palavra e a compreende. Esse dá fruto e produz ora cem, ora sessenta, ora trinta por um».

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