Aleteia
La fête du jour

Quarta-feira, 7 de junho
São Roberto de Newminster

Abade

São Roberto nasceu na Inglaterra por volta do ano 1100. Sua história está ligada à ordem cisterciense, de fato, ingressou ainda jovem nessa ordem monástica. Estudou em Paris e, ao retornar à pátria, foi ordenado sacerdote. Seus dons de sabedoria e piedade eram apreciados por todos os monges e por volta de 1138 foi encarregado de fundar o segundo mosteiro cisterciense na Inglaterra, na localidade de Newminster. Como abade dessa nova fundação, são Roberto se preocupou principalmente da formação espiritual dos jovens. Para eles dedicou vários escritos e o exemplo de sua vida: a caridade e a oração eram instrumentos frequentes para levar a Palavra de Deus para a juventude. Durante seu mandato como abade, ele incentivou a evangelização, enviando três grupos de monges para a fundação de três mosteiros em localidades distintas. Sua morte ocorreu em 1159 e seu amigo, são Godrico, relatou que no dia da morte do amigo teve uma visão: a alma de são Roberto, como uma bola de fogo, era elevada por um grupo de anjos até as portas do céu.

Vous voulez découvrir d’autres histoires de saints ? Cliquez ici

Oração da manhã

O Senhor nos deu o pão do céu!
Vinde agradecer e louvar!
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo,
como era no princípio, agora e sempre.
Amém
Hino

Ó noite, ó treva, ó nuvem,
não mais fiqueis aqui!
Já surge a doce aurora,
o Cristo vem: parti!

Rompeu-se o véu da terra,
cortado por um raio:
as coisas tomam cores,
já voltam do desmaio.

Assim também se apague
a noite do pecado,
e o Cristo em nossas almas
comece o seu reinado.

Humildes, vos pedimos
em nosso canto ou choro:
ouvi, ó Cristo, a prece,
que sobe a vós, em coro.

Os fogos da vaidade
a vossa luz desfaz.
Estrela da manhã,
quão doce vossa paz.

Louvor ao Pai, ó Cristo,
louvor a vós também;
reinais, no mesmo Espírito,
agora e sempre. Amém.

Salmo 35(36)

Quem me segue, não anda nas trevas, mas terá a luz da vida (Jo 8,12)

– O pecado sussurra ao ímpio
lá no fundo do seu coração;
– o temor do Senhor, nosso Deus,
não existe perante seus olhos.
– Lisonjeia a si mesmo pensando:
'Ninguém vê nem condena o meu crime!'

–Traz na boca maldade e engano;
já não quer refletir e agir bem.
= Arquiteta a maldade em seu leito,
nos caminhos errados insiste
e não quer afastar-se do mal.

– Vosso amor chega aos céus, ó Senhor,
chega às nuvens a vossa verdade.
– Como as altas montanhas eternas
é a vossa justiça, Senhor;
– e os vossos juízos superam
os abismos profundos dos mares.

– Os animais e os homens salvais:
quão preciosa é, Senhor, vossa graça!
– Eis que os filhos dos homens se abrigam
sob a sombra das asas de Deus.
– Na abundância de vossa morada,
eles vêm saciar-se de bens.

– Vós lhes dais de beber água viva,
na torrente das vossas delícias.
– Pois em vós está a fonte da vida,
e em vossa luz contemplamos a luz.
– Conservai aos fiéis vossa graça,
e aos retos, a vossa justiça!

– Não me pisem os pés dos soberbos,
nem me expulsem as mãos dos malvados!
– Os perversos, tremendo, caíram
e não podem erguer-se do chão.

Glória ao Pai...

Leitura breve Tb 4,14b-15a. 16ab. 19a

Meu filho, sê vigilante em todas as tuas obras e mostra-te prudente em tua conversação. Não faças a ninguém o que para ti não desejas. Dá de teu pão a quem tem fome, e de tuas vestes aos que estão despidos. Dá de esmola todo o teu supérfluo. Bendize o Senhor em todo tempo, e pede-lhe para que sejam retos os teus caminhos e tenham êxito todos os teus passos e todos os teus projetos.

Para os vossos mandamentos, inclinai meu coração!

BENEDICTUS

Mostrai-nos, ó Senhor, misericórdia, recordando a vossa santa Aliança.

Bendito seja o Senhor Deus de Israel,
porque a seu povo visitou e libertou;

e fez surgir um poderoso Salvador
na casa de Davi, seu servidor,

como falara pela boca de seus santos,
os profetas desde os tempos mais antigos,

para salvar-nos do poder dos inimigos
e da mão de todos quantos nos odeiam.

Assim mostrou misericórdia a nossos pais,
recordando a sua santa Aliança

e o juramento a Abraão, o nosso pai,
de conceder-nos que, libertos do inimigo,

a ele nós sirvamos sem temor
em santidade e em justiça diante dele,
enquanto perdurarem nossos dias.

Serás profeta do Altíssimo, ó menino,
pois irás andando à frente do Senhor
para aplainar e preparar os seus caminhos,

anunciando ao seu povo a salvação,
que está na remissão de seus pecados;

pela bondade e compaixão de nosso Deus,
que sobre nós fará brilhar o Sol nascente,

para iluminar a quantos jazem entre as trevas
e na sombra da morte estão sentados

e para dirigir os nossos passos,
guiando-os no caminho da paz.

Glória ao Pai...

Preces
Demos graças e louvores a Cristo pela sua admirável condescendência em chamar de irmãos aqueles que santificou. Por isso, supliquemos:

R. Santificai, Senhor, os vossos irmãos e irmãs!

Fazei que vos consagremos de coração puro o princípio deste dia em honra da vossa ressurreição,
– e que o santifiquemos com trabalhos que sejam do vosso agrado. R.

Vós, que nos dais este novo dia, como sinal do vosso amor, para nossa alegria e salvação,
– renovai-nos a cada dia para glória do vosso nome. R.

Ensinai-nos hoje a reconhecer a vossa presença em todos os nossos irmãos e irmãs,
– e a ninguém paguemos o mal com o mal. R.

(Intenções livres)
Pai nosso ...

Oração
Deus, nosso Salvador, que nos gerastes filhos da luz, ajudai-nos a viver como seguidores da justiça e praticantes da verdade, para sermos vossas testemunhas diante dos homens. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

MEDITAÇÃO DO DIA

Deus não é um Deus de mortos, mas de vivos!

Sim, existe a ressurreição da carne. Existe uma justiça. Existe a “revogação” do sofrimento passado, a reparação que restabelece o direito. Por isso, a fé no Juízo final é, primariamente, e sobretudo esperança – aquela esperança, cuja necessidade se tornou evidente justamente nas convulsões dos últimos séculos. Estou convencido de que a questão da justiça constitui o argumento essencial – em todo o caso o argumento mais forte – a favor da fé na vida eterna. A necessidade meramente individual de uma satisfação – que nos é negada nesta vida – da imortalidade do amor que anelamos, é certamente um motivo importante para crer que o homem seja feito para a eternidade; mas só em conexão com a impossibilidade de a injustiça da história ser a última palavra, é que se torna plenamente convincente a necessidade do retorno de Cristo e da nova vida

Bento XVI, Encíclica Spe Salvi (n. 43)
Papa emérito (2005-2013).

Oração da tarde

 

Evangelho segundo S. Marcos 12,18-27.
Naquele tempo, foram ter com Jesus alguns saduceus – que afirmam não haver ressurreição – e perguntaram-lhe:
«Mestre, Moisés deixou-nos escrito: ‘Se morrer a alguém um irmão, que deixe esposa sem filhos, esse homem deve casar-se com a viúva, para dar descendência a seu irmão’.
Ora havia sete irmãos. O primeiro casou-se e morreu sem deixar descendência.
O segundo casou com a viúva e também morreu sem deixar descendência. O mesmo sucedeu ao terceiro.
E nenhum dos sete deixou descendência. Por fim morreu também a mulher.
Na ressurreição, quando voltarem à vida, de qual deles será ela esposa? Porque todos os sete se casaram com ela».
Disse-lhes Jesus: «Não andareis vós enganados, ignorando as Escrituras e o poder de Deus?
Na verdade, quando ressuscitarem dos mortos, nem eles se casam, nem elas são dadas em casamento; mas serão como os Anjos nos Céus.
Quanto à ressurreição dos mortos, não lestes no Livro de Moisés, no episódio da sarça ardente, como Deus disse: ‘Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacob’?
Ele não é Deus de mortos, mas de vivos. Vós andais muito enganados».

Newsletter
Recevez Aleteia chaque jour. Abonnez-vous gratuitement