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La fête du jour

Quarta-feira, 27 de setembro
S√£o Vicente de Paulo

Presbítero (†1660)

S√£o Vicente de Paulo nasceu no dia 24 de abril de 1581, na aldeia Pouy, sul da Fran√ßa. Era o terceiro filho do casal Jo√£o de Paulo (Jean de Paul) e Bertranda de Moras (Bertrande de Moras), camponeses profundamente cat√≥licos e que ao todo tiveram seis filhos. Sua m√£e esmerou-se em lhes dar uma profunda forma√ß√£o crist√£ em casa. O jovem Vicente fez seus estudos em Dax, onde mais tarde se tornaria professor, essa dedica√ß√£o aos estudos lhe permitiu concluir o curso de teologia na Universidade de Toulouse. Foi ordenado sacerdote, aos dezenove anos, em 23 de setembro de 1600. Ap√≥s v√°rias perip√©cias, durante uma estada em Roma, Pe. Vicente frequentou a universidade e se formou em Direito Can√īnico, desempenhando um papel importante no campo da diplomacia entre a Santa S√© e o rei Henrique IV da Fran√ßa. Pela habilidade de S√£o Vicente, o rei acabou por lhe confiar cargos de confian√ßa, tornando-o, por exemplo, encarregado da distribui√ß√£o de esmolas aos pobres e de fazer visitas aos enfermos no hospital de caridade em nome da rainha. Ap√≥s o assassinato de Henrique IV da Fran√ßa, em 1610, S√£o Vicente passou um ano na Sociedade do Orat√≥rio, fundada pelo Cardeal Pierre de B√©rulle, que tendo se tornado o Bispo de Paris, indicou S√£o Vicente de Paulo como vig√°rio de Clichy, sub√ļrbio da capital francesa.

Vicente fundou Confraria do Ros√°rio e todos os dias visitava os doentes. Sempre preocupado pelos cuidados aos mais pobres, S√£o Vicente funda a Congrega√ß√£o da Miss√£o (Padres Lazaristas) com a finalidade de evangelizar os pobres e que mais tarde foi reconhecida pela Santa S√©. A fama das virtudes de S√£o Vicente era t√£o grande que, no ano de 1643, o rei Lu√≠s XIII pediu sua presen√ßa em seu leito de morte. De fato, o rei faleceria nos bra√ßos de S√£o Vicente. Sem medir esfor√ßos para atingir os mais pobres, S√£o Vicente fundou um movimento de senhoras chamado de ‚ÄúDamas da Caridade‚ÄĚ (Confraria da Caridade). A primeira irm√£ de caridade foi a camponesa Margarida de Nasseau, que contou com a orienta√ß√£o de Santa Lu√≠sa de Marillac. Mais tarde se estabeleceu a Confraria das Irm√£s da Caridade (Filhas da Caridade). Al√©m de todas essas atividades, S√£o Vicente organizou as famosas confer√™ncias das ter√ßas-feiras, voltadas para a forma√ß√£o espiritual de leigos e sacerdotes.

Faleceu em 27 de setembro de 1660 e foi sepultado na capela-m√£e da Igreja de S√£o L√°zaro, em Paris.

São Vicente de Paulo foi um pai dos Pobres e um reformador do clero. Sua obra teve desdobramentos importantes: basta dizer que personagens importantes como Santa Catarina Labouré e o Bem-aventurado Frederico Ozanam nele se inspiraram.

Foi canonizado pelo Papa Clemente XII em 16 de junho de 1737 e, em 12 de maio de 1885, foi declarado patrono de todas as obras de caridade da Igreja Católica, pelo papa Leão XIII.

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Oração da manhã

Nós vos amamos, ó Senhor! Sois a nossa força!
O Senhor nos libertou, porque nos ama.
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo,
como era no princípio, agora e sempre.
Amém

Hino
√ď noite, √≥ treva, √≥ nuvem,
n√£o mais fiqueis aqui!
J√° surge a doce aurora,
o Cristo vem: parti!

Rompeu-se o véu da terra,
cortado por um raio:
as coisas tomam cores,
j√° voltam do desmaio.

Assim também se apague
a noite do pecado,
e o Cristo em nossas almas
comece o seu reinado.

Humildes, vos pedimos
em nosso canto ou choro:
ouvi, ó Cristo, a prece,
que sobe a vós, em coro.

Os fogos da vaidade
a vossa luz desfaz.
Estrela da manh√£,
qu√£o doce vossa paz.

Louvor ao Pai, ó Cristo,
louvor a vós também;
reinais, no mesmo Espírito,
agora e sempre. Amém.

Salmo.............................................................................. 46(47)
Está sentado à direita de Deus Pai, e o seu Reino não terá fim.

Povos todos do universo, batei palmas,
gritai a Deus aclama√ß√Ķes de alegria!
Porque sublime é o Senhor, o Deus Altíssimo,
o soberano que domina toda a terra.

Os povos sujeitou ao nosso jugo
e colocou muitas na√ß√Ķes aos nossos p√©s.
Foi ele que escolheu a nossa herança,
a glória de Jacó, seu bem-amado.

Por entre aclama√ß√Ķes Deus se elevou,
o Senhor subiu ao toque da trombeta.
Salmodiai ao nosso Deus ao som da harpa,
salmodiai ao som da harpa ao nosso Rei!

Porque Deus é o grande Rei de toda a terra,
ao som da harpa acompanhai os seus louvores!
Deus reina sobre todas as na√ß√Ķes,
est√° sentado no seu trono glorioso.

Os chefes das na√ß√Ķes se reuniram
com o povo do Deus santo de Abra√£o,
pois só Deus é realmente o Altíssimo,
e os poderosos desta terra lhe pertencem!

Glória ao Pai ...

Leitura breve Tb 4,14b-15a.16ab.19a
Meu filho, sê vigilante em todas as tuas obras e mostra-te prudente em tua conversação. Não faças a ninguém o que para ti não desejas. Dá de teu pão a quem tem fome, e de tuas vestes aos que estão despidos. Dá de esmola todo o teu supérfluo. Bendize o Senhor em todo o tempo, e pede-lhe para que sejam retos os teus caminhos e tenham êxito todos os teus passos e todos os teus projetos.
Para os vossos mandamentos, inclinai meu coração!
Dai-me a vida em vossa Lei!

BENEDICTUS
S√£o Vicente se tornou o consolo dos que sofrem, dos √≥rf√£os defensor e apoio das vi√ļvas.

Bendito seja o Senhor Deus de Israel,
porque a seu povo visitou e libertou;

e fez surgir um poderoso Salvador
na casa de Davi, seu servidor,

como falara pela boca de seus santos,
os profetas desde os tempos mais antigos,

para salvar-nos do poder dos inimigos
e da m√£o de todos quantos nos odeiam.

Assim mostrou misericórdia a nossos pais,
recordando a sua santa Aliança

e o juramento a Abra√£o, o nosso pai,
de conceder-nos que, libertos do inimigo,

a ele nós sirvamos sem temor
em santidade e em justiça diante dele,
enquanto perdurarem nossos dias.

Serás profeta do Altíssimo, ó menino,
pois irás andando à frente do Senhor
para aplainar e preparar os seus caminhos,

anunciando ao seu povo a salvação,
que est√° na remiss√£o de seus pecados;

pela bondade e compaix√£o de nosso Deus,
que sobre nós fará brilhar o Sol nascente,

para iluminar os quantos jazem entre as trevas
e na sombra da morte est√£o sentados

e para dirigir os nossos passos,
guiando-os no caminho da paz.

Glória ao Pai...

Preces
Demos graças e louvores a Cristo pela sua admirável condescendência em chamar de irmãos àqueles que santificou. Por isso, supliquemos:

R. Santificai, Senhor, os vossos irm√£os e irm√£s!

Fazei que vos consagremos de coração puro o princípio deste dia em honra da vossa ressurreição,
e que o santifiquemos com trabalhos que sejam do vosso agrado. R.

Vós, que nos dais este novo dia, como sinal do vosso amor, para nossa alegria e salvação,
renovai-nos a cada dia para glória do vosso nome. R.

Ensinai-nos hoje a reconhecer vossa presença em todos os nossos irmãos e irmãs,
e vos encontrar sobretudo nos pobres e infelizes. R.

Concedei que durante todo este dia vivamos em paz com todos,
e a ninguém paguemos o mal com o mal. R.
(Inten√ß√Ķes livres)

Pai nosso ...

Oração
√ď Deus, que, para socorro dos pobres e forma√ß√£o do clero, enriquecestes o presb√≠tero S√£o Vicente de Paulo com as virtudes apost√≥licas, fazei-nos, animados pelo mesmo esp√≠rito, amar o que ele amou e praticar o que ensinou. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Esp√≠rito Santo.

Meditação

N√£o leveis nem sacola, nem dinheiro...

A caridade √© a boa disposi√ß√£o do esp√≠rito, que nada coloca acima do divino conhecimento. Ningu√©m poder√° jamais alcan√ßar uma caridade permanente de Deus, se estiver preso pelo esp√≠rito a qualquer coisa terrena. Quem ama a Deus antep√Ķe o conhecimento e a ci√™ncia dele a toda sua criatura. Nele pensa incessantemente com √≠ntimo desejo e amor. Se todas as coisas que existem t√™m Deus por criador e por ele foram feitas, ent√£o Deus, que assim as criou, como n√£o ser√° incomparavelmente de maior valor? Quem abandona a Deus, o bem insuper√°vel e se entrega ao que √© pior, d√° provas de considerar Deus abaixo da cria√ß√£o. ‚ÄúQuem me ama‚ÄĚ, diz o Senhor, ‚Äúguardar√° meus mandamentos‚ÄĚ. ‚Äú√Č este o meu mandamento: que vos ameis uns aos outros‚ÄĚ. Portanto, quem n√£o ama o pr√≥ximo, n√£o guarda o mandamento. Quem n√£o guarda o mandamento, tamb√©m n√£o pode amar o Senhor. Feliz o homem que √© capaz de amar igualmente todos os homens. Quem ama a Deus, ama tamb√©m sem exce√ß√£o o pr√≥ximo. Sendo assim, n√£o consegue guardar seu dinheiro, mas gasta-o divinamente, dando a quem quer que dele precise. Quem, √† imita√ß√£o de Deus, d√° esmolas, n√£o faz diferen√ßa nas necessidades corporais entre bons e maus, por√©m a todos igualmente distribui em vista da indig√™ncia real. Contudo, em aten√ß√£o √† boa vontade, prefere o virtuoso e diligente ao mau. A caridade n√£o se revela apenas nas esmolas em dinheiro. Muito mais em partilhar a doutrina e em prestar servi√ßos corporais. Quem, verdadeiramente, de cora√ß√£o, rejeita as coisas mundanas e, sem fingimento, se entrega aos servi√ßos de caridade para com o pr√≥ximo, este, bem depressa liberto dos v√≠cios e paix√Ķes, torna-se participante do amor e ci√™ncia de Deus. Quem encontrou em si a caridade divina, sem cansa√ßo, sem fadiga, segue o Senhor, seu Deus, conforme o admir√°vel Jeremias, mas com fortaleza de √Ęnimo suporta todo labor, opr√≥brio e inj√ļria, sem nada pensar de mal. ‚ÄúN√£o digais‚ÄĚ, diz o profeta Jeremias, ‚Äúsomos o templo do Senhor‚ÄĚ. Tu, tamb√©m, n√£o digas: ‚ÄúA f√© nua, sem mais, em nosso Senhor Jesus Cristo, pode conceder-me a salva√ß√£o‚ÄĚ. Isto n√£o pode ser, se n√£o lhe unires tamb√©m o amor por ele mediante as obras. Quanto √† simples f√©: os dem√īnios tamb√©m creem e tremem. Obra de caridade √© prestar de boa vontade benef√≠cios ao pr√≥ximo como tamb√©m a longanimidade e a paci√™ncia; e ainda, usar das coisas com discernimento.

S√£o M√°ximo, o Confessor (580-662)
Abade, m√°rtir
Sobre a Caridade Cent√ļria 1,
Cap. 1,4-5.16-17.23-24.26-28.30-40

Oração da tarde

Senhor, é a vossa face que nós procuramos;
n√£o nos escondais a vossa face!
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo,
como era no princípio, agora e sempre.
Amém.

Hino
Santíssimo Deus do céu,
que o céu encheis de cor
e dais beleza à luz
de ígneo resplendor;

criais no quarto dia
a rota chamejante
do sol e das estrelas,
da lua fulgurante.

Assim, à luz e às trevas
limites vós fixais.
Dos meses o começo
marcastes com sinais.

Fazei a luz brilhar
em nosso coração.
Tirai da mente as trevas,
da culpa a servid√£o.

Ouvi-nos, Pai bondoso,
e v√≥s, √ļnico Filho,
reinando com o Espírito
na luz de eterno brilho.

C√Ęntico............................................................Cl 1,12-20
Esta é a morada de Deus entre os homens (Ap 21,3).

Demos graças a Deus Pai onipotente,
que nos chama a partilhar, na sua luz,
da herança a seus santos reservada!
Do império das trevas arrancou-nos
e transportou-nos para o reino de seu Filho,
para o reino de seu Filho bem-amado,

no qual nós encontramos redenção,
dos pecados remiss√£o pelo seu sangue.
Do Deus, o Invisível, é a imagem,
o Primogênito de toda criatura;

porque nele é que tudo foi criado,
o que há nos céus e o que existe sobre a terra,
o visível e também o invisível.
Sejam Tronos e Poderes que há nos céus,
sejam eles Principados, Potestades:
por ele e para ele foram feitos.

Antes de toda criatura ele existe,
e é por ele que subsiste o universo.
Ele é a Cabeça da Igreja, que é seu Corpo,
é o princípio, o Primogênito entre os mortos,
a fim de ter em tudo a primazia.

Pois foi do agrado de Deus Pai que a plenitude
habitasse no seu Cristo inteiramente.
Aprouve-lhe também, por meio dele,
reconciliar consigo mesmo as criaturas,

pacificando pelo sangue de sua cruz
tudo aquilo que por ele foi criado,
o que há nos céus e o que existe sobre a terra.

Glória ao Pai...

Leitura breve Tg 1,22.25
Sede praticantes da Palavra e não meros ouvintes, enganando-vos a vós mesmos. Aquele, porém, que se debruça sobre a Lei da liberdade, agora levada à perfeição, e nela persevera, não como um ouvinte distraído, mas praticando o que ela ordena, esse será feliz naquilo que faz.

Libertai-me, ó Senhor, ó meu Deus, tende piedade!
Não junteis a minha vida à dos maus e sanguinários.

MAGNIFICAT
O que fizestes ao menor dos meus irm√£os, foi a mim mesmo que o fizestes, diz Jesus.

A minha alma engrandece ao Senhor
e se alegrou o meu espírito em Deus, meu Salvador;
pois ele viu a pequenez de sua serva,
desde agora as gera√ß√Ķes h√£o de chamar-me de bendita.

O Poderoso fez por mim maravilhas
e Santo é o seu nome!
Seu amor, de geração em geração,
chega a todos que o respeitam;

demonstrou o poder de seu braço,
dispersou os orgulhosos;
derrubou os poderosos de seus tronos
e os humildes exaltou;

De bens saciou os famintos,
e despediu, sem nada, os ricos.
Acolheu Israel, seu servidor,
fiel ao seu amor,

como havia prometido aos nossos pais,
em favor de Abra√£o e de seus filhos, para sempre.

Glória ao Pai...

Preces
Em tudo seja glorificado o nome do Senhor, que ama com infinito amor o povo que escolheu. Suba até ele a nossa oração:

R. Mostrai-nos, Senhor, o vosso amor!

Lembrai-vos, Senhor, da vossa Igreja;
guardai-a de todo o mal e tornai-a perfeita em vosso amor. R.

Fazei que os povos vos reconhe√ßam como √ļnico Deus verdadeiro,
e em vosso Filho Jesus Cristo, o Salvador que enviastes. R.

Concedei todo o bem e prosperidade a nossos parentes;
dai-lhes vossa bênção e a recompensa eterna. R.

Confortai os que vivem sobrecarregados no trabalho,
e defendei a dignidade dos marginalizados. R.

Abri as portas da vossa misericórdia para aqueles que hoje partiram desta vida,
‚Äď e acolhei-os com bondade no vosso reino. R.

(Inten√ß√Ķes livres)

Pai nosso ...

ANT√ćFONA MARIANA
Salve Rainha, Mãe de Misericórdia, vida e doçura esperança nossa salve! A vós bradamos degredados filhos de Eva.
A vós suspiramos gemendo e chorando neste vale de lágrimas.
Eia, pois advogada nossa, esses vossos olhos misericordiosos a nós volvei, e depois deste desterro, mostrai-nos Jesus, bendito fruto do vosso ventre, ó clemente, ó piedosa ó doce e sempre Virgem Maria.
Rogai por nós Santa Mãe de Deus, para que sejamos dignos das promessas de Cristo. Amém

SEJAM SANTOS!
Na escola da santidade.

Evangelho

Evangelho segundo S. Lucas 9,1-6.
Naquele tempo, Jesus chamou os doze Apóstolos e deu-lhes poder e autoridade sobre todos os demónios e para curarem todas as doenças.
Depois enviou-os a proclamar o reino de Deus e a curar os enfermos.
E disse-lhes: ¬ęN√£o leveis nada para o caminho: nem cajado, nem alforge, nem p√£o, nem dinheiro, e n√£o leveis duas t√ļnicas.
Quando entrardes em alguma casa, ficai nela até partirdes dali.
Se alguns n√£o vos receberem, ao sair dessa cidade, sacudi o p√≥ dos vossos p√©s, como testemunho contra eles¬Ľ.
Os Apóstolos partiram e foram de terra em terra a anunciar a boa nova e a realizar curas por toda a parte.

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