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La fête du jour

Domingo, 3 de setembro
São Gregório Magno

Papa e doutor da Igreja

“Caros irmãos e irmãs
Hoje, neste nosso encontro de quarta-feira, voltarei a falar sobre a extraordinária figura do Papa Gregório Magno, para receber mais luz do seu rico ensinamento. Não obstante os múltiplos compromissos ligados à sua função de Bispo de Roma, ele deixou-nos numerosas obras, nas quais nos séculos sucessivos a Igreja se inspirou abundantemente. Além do conspícuo epistolário o Registro, ao qual me referi na última catequese, contém mais de 800 missivas ele deixou-nos antes de tudo, escritos de caráter exegético, entre os quais se distinguem o Comentário moral de Jó conhecido sob o título latino de Moralia in Iob, as Homilias sobre Ezequiel e as Homilias sobre os Evangelhos. Depois há uma importante obra de cariz hagiográfico, os Diálogos, escrita por Gregório para a edificação da rainha longobarda Teodolinda. Sem dúvida, a obra principal e mais conhecida é a Regra pastoral, que o Papa redigiu no início do Pontificado, com finalidades claramente programáticas. [...]
Desejando passar estas obras em rápida resenha, temos de observar em primeiro lugar que, nos seus escritos, Gregório nunca se mostra preocupado em delinear uma "sua" doutrina, uma sua originalidade. Pelo contrário, ele tenciona fazer-se eco do ensinamento tradicional da Igreja, quer ser simplesmente a boca de Cristo e da sua Igreja ao longo do caminho que se deve percorrer para chegar a Deus. A este propósito, os seus comentários exegéticos são exemplares. Ele foi um leitor apaixonado da Bíblia, da qual se aproximou com compreensões não simplesmente especulativas: na sua opinião, da Sagrada Escritura o cristão deve tirar não tanto conhecimentos teóricos, como sobretudo o alimento quotidiano para a sua alma, para a sua vida de homem neste mundo. Por exemplo, nas Homilias sobre Ezequiel ele insiste fortemente acerca desta função do texto sagrado: aproximar-se da Escritura simplesmente para satisfazer o próprio desejo de conhecimento significa ceder à tentação do orgulho e, assim, expor-se ao risco de cair na heresia. A humildade intelectual é a regra primária para quem procura penetrar as realidades sobrenaturais, começando pelo do Livro sagrado. Obviamente, a humildade não exclui o estudo sério; mas para fazer com que ele seja espiritualmente profícuo, permitindo entrar de modo real na profundidade do texto, a humildade permanece indispensável. Somente com esta atitude interior é possível ouvir real e finalmente a voz de Deus. Por outro lado, quando se trata da Palavra de Deus, compreender nada significa, se a compreensão não levar à ação. Nestas Homilias sobre Ezequiel encontra-se também a bonita expressão segundo a qual "o pregador deve banhar a sua pena no sangue do seu coração; assim, poderá chegar também ao ouvido do próximo". Lendo estas homilias, vê-se que Gregório realmente escreveu com o sangue do seu coração e, por isso, ainda hoje nos fala. Gregório desenvolve este discurso inclusive no Comentário moral de Jó. Seguindo a tradição patrística, ele examina o texto sagrado nas três dimensões do seu sentido: literal, alegórica e moral, que são dimensões do único sentido da Sagrada Escritura. Todavia, Gregório atribui uma clara prioridade ao sentido moral. Nesta perspectiva, ele propõe o seu pensamento através de alguns binómios significativos saber-fazer, falar-viver, conhecer-agir em que evoca os dois aspectos da vida humana, que deveriam ser complementares, mas que muitas vezes terminam por ser antitéticos. Ele comenta que o ideal moral consiste sempre em realizar uma harmoniosa integração entre palavra e ação, pensamento e compromisso, oração e dedicação aos deveres do próprio estado: este é o caminho para realizar aquela síntese, graças à qual o divino desce ao homem e o homem se eleva até à identificação com Deus. O grande Papa traça assim, para o verdadeiro fiel, um projeto de vida completo; por isso, este Comentário moral de Jó constituirá, durante a idade média, uma espécie de Suma da moral cristã. De notável relevo e beleza são também as Homilias sobre os Evangelhos. A primeira delas foi proferida na Basílica de São Pedro, durante o tempo de Advento de 590, e portanto, poucos meses depois da eleição ao Pontificado; a última foi pronunciada na Basílica de São Lourenço, no segundo domingo depois do Pentecostes de 593. O Papa pregava ao povo nas igrejas em que se celebravam as "estações" particulares cerimónias de oração nos principais tempos do ano litúrgico ou as festas dos mártires titulares. O princípio inspirador, que une entre si as várias intervenções, resume-se na palavra "praedicator": não somente o ministro de Deus, mas também cada cristão, tem a tarefa de se fazer "pregador" daquilo que experimentou no seu próprio íntimo, segundo o exemplo de Cristo, que se fez homem para levar a todos o anúncio da salvação. O horizonte deste compromisso é escatológico: a espera do cumprimento de todas as coisas em Cristo é um pensamento constante do grande Pontífice, e acaba por se tornar o motivo inspirador de todos os seus pensamentos e de todas as suas atividades. Daqui nascem as suas incessantes exortações à vigilância e ao compromisso nas boas obras. Talvez o texto mais orgânico de Gregório Magno seja a Regra pastoral, escrita nos primeiros anos de Pontificado. Nela, Gregório propõe-se traçar a figura do Bispo ideal, mestre e guia da sua grei. Com esta finalidade, ele explica a gravidade do ofício de Pastor da Igreja e os deveres que ele comporta: portanto, aqueles que não foram chamados para esta tarefa, não a busquem com superficialidade; por outro lado, aqueles que porventura a assumiram sem a devida reflexão, sintam nascer na sua alma uma necessária trepidação. Retomando um tema preferido, ele afirma que o Bispo é em primeiro lugar o "pregador" por excelência; como tal, antes de tudo ele deve servir de exemplo para os outros, de tal forma que o seu comportamento possa constituir um ponto de referência para todos. Além disso, uma ação pastoral eficaz requer que ele conheça os destinatários e adapte as suas intervenções à situação de cada um: Gregório passa a explicar as várias categorias de fiéis, com anotações intensas e pontuais, que podem justificar a avaliação de quem viu nesta obra também um tratado de psicologia. Daqui, compreende-se que ele conhecia realmente o seu rebanho e falava de tudo com as pessoas da sua época e da sua cidade. Todavia, o grande Pontífice insiste sobre o dever que o Pastor tem de reconhecer todos os dias a sua própria miséria de maneira que o orgulho não torne vão, diante dos olhos do Juiz supremo, o bem levado a cabo. Por isso, o capítulo final da Regra é dedicado à humildade: "Quando nos regozijamos por termos alcançado muitas virtudes, é bom refletirmos sobre as nossas insuficiências e humilhar-nos: em vez de considerarmos o bem realizado, temos que pensar naquilo que deixamos de fazer". Todas estas preciosas indicações demonstram o altíssimo conceito que São Gregório tem acerca do cuidado das almas, por ele definido como "ars artium", a arte das artes. A Regra teve tanto êxito que, algo bastante raro, foi depressa traduzida em grego e anglo-saxão. É também significativa a outra obra, os Diálogos, em que ao amigo e diácono Pedro, convicto de que os costumes já tivessem sido corrompidos a tal ponto que já não permitissem o nascimento de santos como nas épocas passadas, Gregório demonstra o contrário: a santidade é sempre possível, mesmo nos tempos difíceis. E prova-o, narrando a vida de pessoas contemporâneas ou mortas havia pouco, que bem podiam ser qualificadas santas, embora não canonizadas. A narração é acompanhada por reflexões teológicas e místicas que fazem do livro um singular texto hagiográfico, capaz de fascinar inteiras gerações de leitores. A matéria é tirada das tradições vivas do povo e tem como finalidade edificar e formar, chamando a atenção de quem lê numa série de questões, como o sentido do milagre, a interpretação da Escritura, a imortalidade da alma, a existência do inferno e a representação do além, termos todos que precisavam de oportunos esclarecimentos. O livro II é inteiramente dedicado à figura de Bento de Núrsia, e é o único testemunho antigo sobre a vida do santo monge, cuja beleza espiritual aparece no texto de modo totalmente evidente. No desígnio teológico que Gregório desenvolve através das suas obras, o passado, o presente e o futuro tornam-se relativos. Aquilo que, para ele, mais conta é todo o lapso da história salvífica, que continua a esclarecer-se entre os obscuros meandros do tempo. Nesta perspectiva, é significativo que ele insira o anúncio da conversão dos Anglos no contexto do Comentário moral de Jó: aos seus olhos, este acontecimento constituía um progresso do Reino de Deus, de que fala a Escritura; portanto podia, justamente, ser mencionado no comentário de um livro sagrado. Na sua opinião, os guias das comunidades cristãs devem comprometer-se a reler os acontecimentos à luz da Palavra de Deus: neste sentido, o grande Pontífice sente o dever de orientar pastores e fiéis no itinerário espiritual de uma lectio divina iluminada e concreta, inserida no contexto da própria vida. Antes de concluir, é necessário dedicar uma palavra às relações que o Papa Gregório cultivou com os Patriarcas de Antioquia, de Alexandria e de Constantinopla. Preocupou-se sempre por reconhecer e respeitar os direitos deles, evitando qualquer interferência que limitasse a sua legítima autonomia. Se, todavia, São Gregório, no contexto da sua situação histórica, se opôs ao título de "ecumênico" por parte do Patriarca de Constantinopla, não o fez para limitar ou negar esta legítima autoridade, mas porque estava preocupado com a unidade fraterna da Igreja universal. Fê-lo sobretudo pela sua profunda convicção de que a humildade deveria ser a virtude fundamental de cada Bispo, ainda mais de um Patriarca. No seu coração Gregório permaneceu um simples monge e por isso era decididamente contrário aos grandes títulos. Ele queria ser esta é a sua expressão servus servorum Dei. Esta palavra por ele cunhada não era uma fórmula piedosa, mas a verdadeira manifestação do seu modo de viver e de agir. Sensibilizava-o intimamente a humildade de Deus, que em Cristo se fez nosso servo, nos lavou e lava os pés sujos. Portanto, ele estava persuadido de que, sobretudo um Bispo, deveria imitar esta humildade de Deus e assim seguir Cristo. Verdadeiramente, o seu desejo era de viver como monge, em diálogo permanente com a Palavra de Deus, mas por amor de Deus soube fazer-se servo de todos numa época repleta de tribulações e de sofrimentos, soube fazer-se "servo dos servos". Precisamente porque foi assim, ele é grande e mostra-nos também a nós a medida da verdadeira grandeza”.

Papa Benedetto XVI (Audiência Geral de 4.06.2008)

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Oração da manhã

Vinde, povo do Senhor e rebanho que ele guia: vinde todos, adoremos, aleluia.
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo,
como era no princípio, agora e sempre.
Amém
Hino
Eis que da noite já foge a sombra
e a luz da aurora refulge, ardente.
Nós, reunidos, a Deus oremos
e invoquemos o Onipotente.

Deus, compassivo, nos salve a todos
e nos afaste de todo o mal.
O Pai bondoso, por sua graça,
nos dê o reino celestial.

Assim nos ouça o Deus Uno e Trino,
Pai, Filho e Espírito Consolador.
Por toda a terra vibram acordes
dum canto novo em seu louvor.
Cântico . Dn 3,52-57

O Criador é bendito para sempre (Rm 1,25).

Sede bendito, Senhor Deus de nossos pais.
A vós louvor, honra e glória eternamente!
Sede bendito, nome santo e glorioso.
A vós louvor, honra e glória eternamente!

No templo santo onde refulge a vossa glória.
A vós louvor, honra e glória eternamente!
E em vosso trono de poder vitorioso.
A vós louvor, honra e glória eternamente!

Sede bendito, que sondais as profundezas.
A vós louvor, honra e glória eternamente!

E superior aos querubins vos assentais.
A vós louvor, honra e glória eternamente!

Sede bendito no celeste firmamento.
A vós louvor, honra e glória eternamente!
Obras todas do Senhor, glorificai-o.
A Ele louvor, honra e glória eternamente!

Glória ao Pai...

Leitura breve Ez 36,25-27
Derramarei sobre vós uma água pura, e sereis purificados. Eu vos purificarei de todas as impurezas e de todos os ídolos. Eu vos darei um coração novo e porei um espírito novo dentro de vós. Arrancarei do vosso corpo o coração de pedra e vos darei um coração de carne; porei o meu espírito dentro de vós e farei com que sigais a minha lei e cuideis de observar os meus mandamentos.

Nós vos louvamos, dando graças, ó Senhor, dando graças, invocamos vosso nome.
E publicamos os prodígios que fizestes.

BENEDICTUS
Que proveito tem o homem,
se ganhar o mundo inteiro,
mas perder a sua vida?

Bendito seja o Senhor Deus de Israel,
porque a seu povo visitou e libertou;

e fez surgir um poderoso Salvador
na casa de Davi, seu servidor,

como falara pela boca de seus santos,
os profetas desde os tempos mais antigos,

para salvar-nos do poder dos inimigos
e da mão de todos quantos nos odeiam.

Assim mostrou misericórdia a nossos pais,
recordando a sua santa Aliança

e o juramento a Abraão, o nosso pai,
de conceder-nos que, libertos do inimigo,

a ele nós sirvamos sem temor
em santidade e em justiça diante dele,
enquanto perdurarem nossos dias.

Serás profeta do Altíssimo, ó menino,
pois irás andando à frente do Senhor
para aplainar e preparar os seus caminhos,

anunciando ao seu povo a salvação,
que está na remissão de seus pecados;

pela bondade e compaixão de nosso Deus,
que sobre nós fará brilhar o Sol nascente,

para iluminar a quantos jazem entre as trevas
e na sombra da morte estão sentados

e para dirigir os nossos passos,
guiando-os no caminho da paz.

Glória ao Pai...

Preces
Demos graças a nosso Salvador, que veio a este mundo para ser Deus-conosco; e o aclamemos, dizendo:

R. Cristo, rei da glória, sede nossa luz e alegria!

Senhor Jesus Cristo, luz que vem do alto e primícias da ressurreição futura,
– dai-nos a graça de vos seguirmos, para que, livres das sombras da morte, caminhemos sempre na luz da vida. R.

Mostrai-nos vossa bondade, refletida em todas as criaturas,
– para contemplarmos em todas elas a vossa glória. R.

Não permitais, Senhor, que hoje sejamos vencidos pelo mal,
– mas tornai-nos vencedores do mal pelo bem. R.

Vós, que no Jordão fostes batizado por João Batista e ungido pelo Espírito Santo,
– santificai todas as nossas ações deste dia com a graça do mesmo Espírito. R.

(intenções livres)

Pai nosso ...

Oração
Ó Deus, que prometestes permanecer nos corações sinceros e retos, dai-nos, por vossa graça, viver de tal modo, que possais habitar em nós. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Meditação

Toma tua cruz, depois vem e segue-me...

A muitos parece dura esta palavra: Renuncia a ti mesmo, toma a tua cruz e segue a Jesus Cristo (Mt 16,24). Muito mais duro, porém, será ouvir aquela sentença final: “Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno!” (Mt 25,41). Pois os que agora ouvem e seguem, docilmente, a palavra da cruz, não recearão receber então a sentença da eterna condenação. Este sinal da cruz estará no céu, quando o Senhor vier para julgar. Então todos os servos da cruz, que em vida se conformam com Cristo crucificado, com grande confiança chegar-se-ão a Cristo juiz. Por que temes, pois, tomar a cruz, pela qual se caminha ao reino do céu? Na cruz está a salvação, na cruz a vida, na cruz o amparo contra os inimigos, na cruz a abundância da suavidade divina, na cruz a fortaleza do coração, na cruz o compêndio das virtudes, na cruz a perfeição da santidade. Não há salvação da alma nem esperança da vida, senão na cruz. Toma, pois, a tua cruz, segue a Jesus e entrarás na vida eterna. O Senhor foi adiante, com a cruz às costas, e nela morreu por teu amor, para que tu também leves a tua cruz e nela desejes morrer. Porquanto, se com ele morreres, também com ele viverás. E, se fores seu companheiro na pena, também o serás na glória.

Tomás de Kempis
Autor do escrito “A imitação de Cristo” (1379?-1471).

Oração da tarde

Na assembleia dos justos dou graças de coração ao Senhor.
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo,
como era no princípio, agora e sempre.
Amém.

Hino
Ó luz, ó Deus Trindade,
ó Unidade e fonte:
na luz do sol que morre,
a vossa em nós desponte.

A vós de madrugada,
de tarde vos cantamos;
a vós na eternidade,
louvar sem fim possamos.

Ao Pai e ao Filho glória,
ao Espírito também,
louvor, honra e vitória
agora e sempre. Amém.
Salmo ....................................109(110),1-5.7

É preciso que ele reine, até que todos os seus inimigos estejam debaixo de seus pés (1Cor 15,25).

Palavra do Senhor ao meu Senhor:
'Assenta-te ao meu lado direito

até que eu ponha os inimigos teus
como escabelo por debaixo de teus pés!'

O Senhor estenderá desde Sião
vosso cetro de poder, pois Ele diz:
'Domina com vigor teus inimigos;

tu és príncipe desde o dia em que nasceste;
na glória e esplendor da santidade,
como o orvalho, antes da aurora, eu te gerei!'

Jurou o Senhor e manterá sua palavra:
'Tu és sacerdote eternamente,
segundo a ordem do rei Melquisedec!'

À vossa destra está o Senhor, Ele vos diz:
'No dia da ira esmagarás os reis da terra!
Beberás água corrente no caminho,
por isso seguirás de fronte erguida!'

Glória ao Pai...

Leitura 2Ts 2,13-14
Quanto a nós, devemos continuamente dar graças a Deus por vossa causa, irmãos amados do Senhor, pois Deus vos escolheu desde o começo, para serdes salvos pelo Espírito que santifica e pela fé na verdade. Deus vos chamou para que, por meio do nosso evangelho, alcanceis a glória de nosso Senhor Jesus Cristo.

É grande o Senhor, e é grande o seu poder.
Seu saber é sem limites.

MAGNIFICAT
O Filho do homem há de vir,
revestido da glória do seu Pai,
acompanhado de todos os seus anjos,
e então pagará a cada um
de acordo com seu com seu procedimento.

A minha alma engrandece ao Senhor
e se alegrou o meu espírito em Deus, meu Salvador;
pois ele viu a pequenez de sua serva,
desde agora as gerações hão de chamar-me de bendita.

O Poderoso fez por mim maravilhas
e Santo é o seu nome!
Seu amor, de geração em geração,
chega a todos que o respeitam;

demonstrou o poder de seu braço,
dispersou os orgulhosos;
derrubou os poderosos de seus tronos
e os humildes exaltou;

De bens saciou os famintos,
e despediu, sem nada, os ricos.
Acolheu Israel, seu servidor,
fiel ao seu amor,

como havia prometido aos nossos pais,
em favor de Abraão e de seus filhos, para sempre.

Glória ao Pai...

Preces
Louvor e honra a Cristo que vive eternamente para interceder por nós, e que dá a salvação àqueles que, por seu intermédio, se aproximam de Deus. Firmes nesta fé, imploremos:

R. Lembrai-vos, Senhor, do vosso povo!

Sol de justiça, ao cair desta tarde, nós vos pedimos por todos os homens e mulheres,
– para que vivam as alegrias da vossa luz que não se apaga. R.

Conservai a aliança que selastes com o vosso sangue,
– e santificai a vossa Igreja, para que seja imaculada. R.

Senhor, do lugar em que habitais,
– lembrai-vos desta vossa comunidade. R.

Dirigi no caminho da paz e do bom êxito os que se encontram em viagem,
– para que cheguem ao seu destino com saúde e alegria. R.

(Intenções livres)

Recebei, Senhor, as almas dos nossos irmãos e irmãs que morreram,
– e concedei-lhes vosso perdão e a glória eterna. R.

Pai nosso...

ANTÍFONA MARIANA
Salve Rainha, Mãe de Misericórdia, vida e doçura esperança nossa salve! A vós bradamos os degredados filhos de Eva.
A vós suspiramos gemendo e chorando neste vale de lágrimas.
Eia, pois advogada nossa, esses vossos olhos misericordiosos a nós volvei, e depois deste desterro, mostrai-nos Jesus, bendito fruto do vosso ventre, ó clemente, ó piedosa ó doce e sempre Virgem Maria.
Rogai por nós Santa Mãe de Deus, para que sejamos dignos das promessas de Cristo. Amém

SEJAM SANTOS!
Na escola da santidade.

Evangelho

Evangelho segundo S. Mateus 16,21-27.
Naquele tempo, Jesus começou a explicar aos seus discípulos que tinha de ir a Jerusalém e sofrer muito da parte dos anciãos, dos príncipes dos sacerdotes e dos escribas; que tinha de ser morto e ressuscitar ao terceiro dia.
Pedro, tomando-O à parte, começou a contestá-l’O, dizendo: «Deus Te livre de tal, Senhor! Isso não há-de acontecer!».
Jesus voltou-Se para Pedro e disse-lhe: «Vai-te daqui, Satanás. Tu és para mim uma ocasião de escândalo, pois não tens em vista as coisas de Deus, mas dos homens».
Jesus disse então aos seus discípulos: «Se alguém quiser seguir-Me, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e siga-Me.
Pois quem quiser salvar a sua vida há-de perdê-la; mas quem perder a sua vida por minha causa, há-de encontrá-la.
Na verdade, que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua vida? Que poderá dar o homem em troca da sua vida?
O Filho do homem há-de vir na glória de seu Pai, com os seus Anjos, e então dará a cada um segundo as suas obras».

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