Aleteia
La fête du jour

Domingo, 17 de setembro
S√£o Roberto Belarmino

Bispo e doutor da Igreja (†1621)

S√£o Roberto Belarmino

“Queridos irmãos e irmãs,
S√£o Roberto Belarmino, de quem desejo falar-vos hoje, leva-nos com a mem√≥ria ao tempo da dolorosa cis√£o da cristandade ocidental, quando uma grave crise pol√≠tica e religiosa provocou a separa√ß√£o de na√ß√Ķes inteiras da S√© Apost√≥lica. Nasceu em 4 de Outubro de 1542 em Montepulciano, nos arredores de Sena, e era sobrinho por parte da m√£e do Papa Marcelo II. Recebeu uma excelente forma√ß√£o human√≠stica antes de entrar na Companhia de Jesus, aos 20 de setembro de 1560. Os estudos de filosofia e teologia, que completou entre o Col√©gio Romano, P√°dua e Lovaina, centrados sobre S√£o Tom√°s e os Padres da Igreja, foram decisivos para a sua orienta√ß√£o teol√≥gica. Ordenado sacerdote em 25 de Mar√ßo de 1570, foi durante alguns anos professor de teologia em Lovaina. Sucessivamente, tendo sido chamado a Roma como professor no Col√©gio Romano, foi-lhe confiada a c√°tedra de ‚ÄėApolog√©tica‚Äô; na d√©cada em que desempenhou tal cargo (1576‚Äď1586), elaborou um curso de li√ß√Ķes que depois conflu√≠ram nas Controversiae, obra que se tornou imediatamente c√©lebre pela clareza e riqueza de conte√ļdo e pela sua tonalidade predominantemente hist√≥rica. O Conc√≠lio de Trento tinha terminado h√° pouco tempo e para a Igreja cat√≥lica era necess√°rio revigorar e confirmar a sua identidade, tamb√©m em rela√ß√£o √† Reforma protestante. A obra de Belarmino inseriu-se neste contexto. De 1588 a 1594 foi inicialmente padre espiritual dos estudantes jesu√≠tas do Col√©gio Romano - entre os quais encontrou e orientou S√£o Lu√≠s Gonzaga - e depois superior religioso. O Papa Clemente VIII nomeou-o te√≥logo pontif√≠cio, consultor do Santo Of√≠cio e reitor do Col√©gio dos Penitenci√°rios da Bas√≠lica de S√£o Pedro. No bi√™nio de 1597‚Äď1598 fez o seu catecismo, Doutrina crist√£ breve, que foi a sua obra mais popular.
No dia 3 de mar√ßo de 1599 foi criado cardeal pelo Papa Clemente VIII e, em 18 de Mar√ßo de 1602, nomeado arcebispo de C√°pua. Recebeu a ordena√ß√£o episcopal em 21 de abril desse mesmo ano. Durante os tr√™s anos em que foi bispo diocesano, distinguiu-se pelo zelo de pregador na sua catedral, pela visita que realizava semanalmente √†s par√≥quias, pelos tr√™s S√≠nodos diocesanos e um Conc√≠lio provincial que promoveu. Depois de ter participado nos conclaves que elegeram Papas Le√£o XI e Paulo V, foi novamente chamado a Roma, para ser membro das Congrega√ß√Ķes do Santo Of√≠cio, para o √ćndex, os Ritos, os Bispos e a Propaga√ß√£o da F√©. Desempenhou inclusive fun√ß√Ķes diplom√°ticas, junto da Rep√ļblica de Veneza e da Inglaterra, em defesa dos direitos da S√© Apost√≥lica. Nos seus √ļltimos anos, comp√īs v√°rios livros de espiritualidade, nos quais condensou o fruto dos seus exerc√≠cios espirituais anuais. Com a sua leitura o povo crist√£o ainda hoje se sente muito edificado. Faleceu em Roma, no dia 17 de setembro de 1621. O Papa Pio XI beatificou-o em 1923, canonizou-o em 1930 e proclamou-o Doutor da Igreja em 1931.
[...]
Nos escritos deste homem de governo sente-se de modo muito claro, apesar da reserva por detr√°s da qual ele esconde os seus sentimentos, o primado que ele assegura aos ensinamentos de Cristo. Assim, s√£o Roberto Belarmino oferece um modelo de ora√ß√£o, alma de todas as atividades: uma ora√ß√£o que ouve a Palavra do Senhor, que se satisfaz ao contemplar a sua grandeza, que n√£o se fecha em si mesma, mas tem a alegria de se abandonar a Deus. Um sinal distintivo da espiritualidade de Belarmino √© a percep√ß√£o viva e pessoal da imensa bondade de Deus, pelo que o nosso santo se sentia verdadeiramente filho amado de Deus e o recolher-se com serenidade e simplicidade, em ora√ß√£o, em contempla√ß√£o de Deus era para ele fonte de grande alegria. No seu livro De ascensione mentis in Deum ‚ÄĒ Eleva√ß√£o da mente a Deus ‚ÄĒ composto segundo o esquema do Itinerarium de S√£o Boaventura, exclama: ‚Äė√ď alma, o teu exemplar √© Deus, beleza infinita, luz sem sombras, esplendor que supera aquele da lua e do sol. Eleva os olhos a Deus, em quem se encontram os arqu√©tipos de todas as coisas e do qual, como de uma fonte de fecundidade infinita, deriva esta variedade quase infinita das coisas. Portanto, deve concluir: quem encontra Deus, encontra tudo; quem perde Deus, perde tudo‚Äô.
Neste texto sente-se o eco da c√©lebre contemplatio ad amorem obtineundum ‚ÄĒ contempla√ß√£o para alcan√ßar o amor ‚ÄĒ dos Exerc√≠cios espirituais de santo In√°cio de Loyola. Belarmino, que vive na sociedade opulenta e frequentemente mals√£ do √ļltimo per√≠odo do s√©culo XVI e do primeiro per√≠odo do s√©culo XVII, desta contempla√ß√£o haure aplica√ß√Ķes pr√°ticas e projeta a situa√ß√£o da Igreja do seu tempo com um vigoroso √≠mpeto pastoral. No livro De arte bene moriendi ‚ÄĒ A arte de morrer bem ‚ÄĒ por exemplo, indica como norma segura do bom viver, e tamb√©m do bom morrer, a medita√ß√£o frequente e s√©ria, de que se dever√° prestar contas a Deus das pr√≥prias a√ß√Ķes e do pr√≥prio modo de viver, e procurar n√£o acumular riquezas nesta terra, mas viver com simplicidade e com caridade, de maneira a acumular bens no C√©u. No livro De gemitu columbae ‚ÄĒ O gemido da pomba, onde a pomba representa a Igreja ‚ÄĒ exorta com for√ßa o clero e todos os fi√©is a uma reforma pessoal e concreta da pr√≥pria vida, seguindo aquilo que ensinam a Escritura e os Santos, entre os quais em particular S√£o Greg√≥rio de Nazianzo, S√£o Jo√£o Cris√≥stomo, S√£o Jer√īnimo e Santo Agostinho, al√©m dos grandes fundadores de Ordens religiosas, como S√£o Bento, S√£o Domingos e S√£o Francisco. Belarmino ensina com grande clareza e com o exemplo da sua pr√≥pria vida, que n√£o pode haver uma verdadeira reforma da Igreja, se antes n√£o houver a nossa reforma pessoal e a convers√£o do nosso cora√ß√£o.
Dos Exerc√≠cios espirituais de Santo In√°cio, Belarmino hauria conselhos para comunicar de modo profundo, at√© aos mais simples, a beleza dos mist√©rios da F√©. Ele escreve: ‚ÄėSe tens sabedoria, compreendes que foste criado para a gl√≥ria de Deus e para a tua salva√ß√£o eterna. Esta √© a tua finalidade, este √© o centro da tua alma, este √© o tesouro do teu cora√ß√£o. Por isso, considera verdadeiro bem para ti aquilo que te conduz para o teu fim, e verdadeiro mal aquilo que te priva dele. Acontecimentos pr√≥speros ou adversos, riquezas e pobrezas, sa√ļde e doen√ßa, honras e ofensas, vida e morte, o s√°bio n√£o deve procur√°-los nem rejeit√°-los para si mesmo. Mas s√≥ s√£o bons e desej√°veis, se contribu√≠rem para a gl√≥ria de Deus e para a tua felicidade eterna; s√£o maus e devem ser evitados, se a impedirem‚Äô (De ascensione mentis in Deum, grad. 1).
Obviamente, n√£o se trata de palavras que passaram de moda, mas palavras que hoje devemos meditar prolongadamente, para orientar o nosso caminho nesta terra. Elas recordam-nos que a finalidade da nossa vida √© o Senhor, o Deus que se revelou em Jesus Cristo, em quem Ele continua a chamar-nos e a prometer-nos a comunh√£o com Ele. Estas palavras recordam-nos a import√Ęncia de confiar no Senhor, de levar uma vida fiel ao Evangelho, de aceitar e iluminar com a f√© e com a ora√ß√£o todas as circunst√Ęncias e todas as obras da nossa vida, sempre orientados para a uni√£o com Ele. Am√©m!‚ÄĚ

Papa Bento XVI,
Audiência Geral, Sala Paulo VI,
Vaticano, 23 de fevereiro de 2011

“Queridos irmãos e irmãs,

S√£o Roberto Belarmino, de quem desejo falar-vos hoje, leva-nos com a mem√≥ria ao tempo da dolorosa cis√£o da cristandade ocidental, quando uma grave crise pol√≠tica e religiosa provocou a separa√ß√£o de na√ß√Ķes inteiras da S√© Apost√≥lica. Nasceu em 4 de Outubro de 1542 em Montepulciano, nos arredores de Sena, e era sobrinho por parte da m√£e do Papa Marcelo II. Recebeu uma excelente forma√ß√£o human√≠stica antes de entrar na Companhia de Jesus, aos 20 de setembro de 1560. Os estudos de filosofia e teologia, que completou entre o Col√©gio Romano, P√°dua e Lovaina, centrados sobre S√£o Tom√°s e os Padres da Igreja, foram decisivos para a sua orienta√ß√£o teol√≥gica. Ordenado sacerdote em 25 de Mar√ßo de 1570, foi durante alguns anos professor de teologia em Lovaina. Sucessivamente, tendo sido chamado a Roma como professor no Col√©gio Romano, foi-lhe confiada a c√°tedra de ‚ÄėApolog√©tica‚Äô; na d√©cada em que desempenhou tal cargo (1576‚Äď1586), elaborou um curso de li√ß√Ķes que depois conflu√≠ram nas Controversiae, obra que se tornou imediatamente c√©lebre pela clareza e riqueza de conte√ļdo e pela sua tonalidade predominantemente hist√≥rica. O Conc√≠lio de Trento tinha terminado h√° pouco tempo e para a Igreja cat√≥lica era necess√°rio revigorar e confirmar a sua identidade, tamb√©m em rela√ß√£o √† Reforma protestante. A obra de Belarmino inseriu-se neste contexto. De 1588 a 1594 foi inicialmente padre espiritual dos estudantes jesu√≠tas do Col√©gio Romano - entre os quais encontrou e orientou S√£o Lu√≠s Gonzaga - e depois superior religioso. O Papa Clemente VIII nomeou-o te√≥logo pontif√≠cio, consultor do Santo Of√≠cio e reitor do Col√©gio dos Penitenci√°rios da Bas√≠lica de S√£o Pedro. No bi√™nio de 1597‚Äď1598 fez o seu catecismo, Doutrina crist√£ breve, que foi a sua obra mais popular.

No dia 3 de mar√ßo de 1599 foi criado cardeal pelo Papa Clemente VIII e, em 18 de Mar√ßo de 1602, nomeado arcebispo de C√°pua. Recebeu a ordena√ß√£o episcopal em 21 de abril desse mesmo ano. Durante os tr√™s anos em que foi bispo diocesano, distinguiu-se pelo zelo de pregador na sua catedral, pela visita que realizava semanalmente √†s par√≥quias, pelos tr√™s S√≠nodos diocesanos e um Conc√≠lio provincial que promoveu. Depois de ter participado nos conclaves que elegeram Papas Le√£o XI e Paulo V, foi novamente chamado a Roma, para ser membro das Congrega√ß√Ķes do Santo Of√≠cio, para o √ćndex, os Ritos, os Bispos e a Propaga√ß√£o da F√©. Desempenhou inclusive fun√ß√Ķes diplom√°ticas, junto da Rep√ļblica de Veneza e da Inglaterra, em defesa dos direitos da S√© Apost√≥lica. Nos seus √ļltimos anos, comp√īs v√°rios livros de espiritualidade, nos quais condensou o fruto dos seus exerc√≠cios espirituais anuais. Com a sua leitura o povo crist√£o ainda hoje se sente muito edificado. Faleceu em Roma, no dia 17 de setembro de 1621. O Papa Pio XI beatificou-o em 1923, canonizou-o em 1930 e proclamou-o Doutor da Igreja em 1931.

[...]

Nos escritos deste homem de governo sente-se de modo muito claro, apesar da reserva por detr√°s da qual ele esconde os seus sentimentos, o primado que ele assegura aos ensinamentos de Cristo. Assim, s√£o Roberto Belarmino oferece um modelo de ora√ß√£o, alma de todas as atividades: uma ora√ß√£o que ouve a Palavra do Senhor, que se satisfaz ao contemplar a sua grandeza, que n√£o se fecha em si mesma, mas tem a alegria de se abandonar a Deus. Um sinal distintivo da espiritualidade de Belarmino √© a percep√ß√£o viva e pessoal da imensa bondade de Deus, pelo que o nosso santo se sentia verdadeiramente filho amado de Deus e o recolher-se com serenidade e simplicidade, em ora√ß√£o, em contempla√ß√£o de Deus era para ele fonte de grande alegria. No seu livro De ascensione mentis in Deum ‚ÄĒ Eleva√ß√£o da mente a Deus ‚ÄĒ composto segundo o esquema do Itinerarium de S√£o Boaventura, exclama: ‚Äė√ď alma, o teu exemplar √© Deus, beleza infinita, luz sem sombras, esplendor que supera aquele da lua e do sol. Eleva os olhos a Deus, em quem se encontram os arqu√©tipos de todas as coisas e do qual, como de uma fonte de fecundidade infinita, deriva esta variedade quase infinita das coisas. Portanto, deve concluir: quem encontra Deus, encontra tudo; quem perde Deus, perde tudo‚Äô.

Neste texto sente-se o eco da c√©lebre contemplatio ad amorem obtineundum ‚ÄĒ contempla√ß√£o para alcan√ßar o amor ‚ÄĒ dos Exerc√≠cios espirituais de santo In√°cio de Loyola. Belarmino, que vive na sociedade opulenta e frequentemente mals√£ do √ļltimo per√≠odo do s√©culo XVI e do primeiro per√≠odo do s√©culo XVII, desta contempla√ß√£o haure aplica√ß√Ķes pr√°ticas e projeta a situa√ß√£o da Igreja do seu tempo com um vigoroso √≠mpeto pastoral. No livro De arte bene moriendi ‚ÄĒ A arte de morrer bem ‚ÄĒ por exemplo, indica como norma segura do bom viver, e tamb√©m do bom morrer, a medita√ß√£o frequente e s√©ria, de que se dever√° prestar contas a Deus das pr√≥prias a√ß√Ķes e do pr√≥prio modo de viver, e procurar n√£o acumular riquezas nesta terra, mas viver com simplicidade e com caridade, de maneira a acumular bens no C√©u. No livro De gemitu columbae ‚ÄĒ O gemido da pomba, onde a pomba representa a Igreja ‚ÄĒ exorta com for√ßa o clero e todos os fi√©is a uma reforma pessoal e concreta da pr√≥pria vida, seguindo aquilo que ensinam a Escritura e os Santos, entre os quais em particular S√£o Greg√≥rio de Nazianzo, S√£o Jo√£o Cris√≥stomo, S√£o Jer√īnimo e Santo Agostinho, al√©m dos grandes fundadores de Ordens religiosas, como S√£o Bento, S√£o Domingos e S√£o Francisco. Belarmino ensina com grande clareza e com o exemplo da sua pr√≥pria vida, que n√£o pode haver uma verdadeira reforma da Igreja, se antes n√£o houver a nossa reforma pessoal e a convers√£o do nosso cora√ß√£o.

Dos Exerc√≠cios espirituais de Santo In√°cio, Belarmino hauria conselhos para comunicar de modo profundo, at√© aos mais simples, a beleza dos mist√©rios da F√©. Ele escreve: ‚ÄėSe tens sabedoria, compreendes que foste criado para a gl√≥ria de Deus e para a tua salva√ß√£o eterna. Esta √© a tua finalidade, este √© o centro da tua alma, este √© o tesouro do teu cora√ß√£o. Por isso, considera verdadeiro bem para ti aquilo que te conduz para o teu fim, e verdadeiro mal aquilo que te priva dele. Acontecimentos pr√≥speros ou adversos, riquezas e pobrezas, sa√ļde e doen√ßa, honras e ofensas, vida e morte, o s√°bio n√£o deve procur√°-los nem rejeit√°-los para si mesmo. Mas s√≥ s√£o bons e desej√°veis, se contribu√≠rem para a gl√≥ria de Deus e para a tua felicidade eterna; s√£o maus e devem ser evitados, se a impedirem‚Äô (De ascensione mentis in Deum, grad. 1).

Obviamente, n√£o se trata de palavras que passaram de moda, mas palavras que hoje devemos meditar prolongadamente, para orientar o nosso caminho nesta terra. Elas recordam-nos que a finalidade da nossa vida √© o Senhor, o Deus que se revelou em Jesus Cristo, em quem Ele continua a chamar-nos e a prometer-nos a comunh√£o com Ele. Estas palavras recordam-nos a import√Ęncia de confiar no Senhor, de levar uma vida fiel ao Evangelho, de aceitar e iluminar com a f√© e com a ora√ß√£o todas as circunst√Ęncias e todas as obras da nossa vida, sempre orientados para a uni√£o com Ele. Am√©m!‚ÄĚ

 

Papa Bento XVI,

Audiência Geral, Sala Paulo VI,

Vaticano, 23 de fevereiro de 2011

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Oração para esta manhã

Vinde, povo do Senhor e rebanho que ele guia:
vinde todos, adoremos! Aleluia.
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo,
como era no princípio, agora e sempre.
Amém
Hino
Eis que da noite j√° foge a sombra
e a luz da aurora refulge, ardente.
Nós, reunidos, a Deus oremos
e invoquemos o Onipotente.

Deus, compassivo, nos salve a todos
e nos afaste de todo o mal.
O Pai bondoso, por sua graça,
nos dê o reino celestial.

Assim nos ouça o Deus Uno e Trino,
Pai, Filho e Espírito Consolador.
Por toda a terra vibram acordes
dum canto novo em seu louvor.

Salmo                                .............................................150

Salmodiai com o espírito e salmodiai com a mente, isto é: glorificai a Deus com a alma e o corpo (Hesíquio).

Louvai o Senhor Deus no santu√°rio,
louvai-o no alto céu de seu poder!
Louvai-o por seus feitos grandiosos,
louvai-o em sua grandeza majestosa!

Louvai-o com o toque da trombeta,
louvai-o com a harpa e com a cítara!
Louvai-o com a dança e o tambor,
louvai-o com as cordas e as flautas!

Louvai-o com os címbalos sonoros,
louvai-o com os c√≠mbalos de j√ļbilo!
Louve a Deus tudo o que vive e que respira,
tudo cante os louvores do Senhor!

Glória ao Pai.....

Leitura breve                                                          2Tm 2,8.11-13
Lembra-te de Jesus Cristo, da descendência de Davi, ressuscitado dentre os mortos. Merece fé esta palavra: se com ele morremos, com ele viveremos. Se com ele ficamos firmes, com ele reinaremos. Se nós o negamos, também ele nos negará. Se lhe somos infiéis, ele permanece fiel, pois não pode negar-se a si mesmo.

Nós vos louvamos, dando graças, ó Senhor, dando graças, invocamos vosso nome.
E publicamos os prodígios que fizestes.

BENEDICTUS
Compadecido, o patr√£o soltou seu empregado,
perdoando a sua dívida.

Bendito seja o Senhor Deus de Israel,
porque a seu povo visitou e libertou;

e fez surgir um poderoso Salvador
na casa de Davi, seu servidor,

como falara pela boca de seus santos,
os profetas desde os tempos mais antigos,

para salvar-nos do poder dos inimigos
e da m√£o de todos quantos nos odeiam.

Assim mostrou misericórdia a nossos pais,
recordando a sua santa Aliança

e o juramento a Abra√£o, o nosso pai,
de conceder-nos que, libertos do inimigo,

a ele nós sirvamos sem temor
em santidade e em justiça diante dele,
enquanto perdurarem nossos dias.

Serás profeta do Altíssimo, ó menino,
pois irás andando à frente do Senhor
para aplainar e preparar os seus caminhos,

anunciando ao seu povo a salvação,
que est√° na remiss√£o de seus pecados;

pela bondade e compaix√£o de nosso Deus,
que sobre nós fará brilhar o Sol nascente,

para iluminar a quantos jazem entre as trevas
e na sombra da morte est√£o sentados

e para dirigir os nossos passos,
guiando-os no caminho da paz.

Glória ao Pai...
Preces
Ao Deus de todo poder e bondade, que nos ama e sabe do que temos necessidade, abramos o coração com alegria; e o aclamemos com louvores, dizendo:

R. Nós vos louvamos, Senhor, e em vós confiamos!

Nós vos bendizemos, Deus todo-poderoso e Rei do universo, porque, mesmo sendo pecadores, viestes à nossa procura,
‚Äď para conhecermos vossa verdade e servirmos √† vossa majestade. R.

Deus, que abristes para nós as portas da vossa misericórdia,
‚Äď n√£o nos deixeis jamais afastar do caminho da vida. R.

Ao celebrar a ressurreição do vosso amado Filho,
‚Äď fazei que este dia transcorra para n√≥s cheio de alegria espiritual. R.

Dai, Senhor, a vossos fiéis o espírito de oração e de louvor,
‚Äď para que vos demos gra√ßas sempre e em todas as coisas. R.

(Inten√ß√Ķes livres)

Pai nosso ...

Oração
√ď Deus, criador de todas as coisas, volvei para n√≥s o vosso olhar e, para sentirmos em n√≥s a a√ß√£o do vosso amor, fazei que vos sirvamos de todo o cora√ß√£o. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Esp√≠rito Santo.

Vinde, povo do Senhor e rebanho que ele guia:

vinde todos, adoremos! Aleluia.

Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo,

como era no princípio, agora e sempre.

Amém

Hino

Eis que da noite j√° foge a sombra

e a luz da aurora refulge, ardente.

Nós, reunidos, a Deus oremos

e invoquemos o Onipotente.

Deus, compassivo, nos salve a todos

e nos afaste de todo o mal.

O Pai bondoso, por sua graça,

nos dê o reino celestial.

Assim nos ouça o Deus Uno e Trino,

Pai, Filho e Espírito Consolador.

Por toda a terra vibram acordes

dum canto novo em seu louvor.

Salmo                                .............................................150

Salmodiai com o espírito e salmodiai com a mente, isto é: glorificai a Deus com a alma e o corpo (Hesíquio).

Louvai o Senhor Deus no santu√°rio,

louvai-o no alto céu de seu poder!

Louvai-o por seus feitos grandiosos,

louvai-o em sua grandeza majestosa!

Louvai-o com o toque da trombeta,

louvai-o com a harpa e com a cítara!

Louvai-o com a dança e o tambor,

louvai-o com as cordas e as flautas!

Louvai-o com os címbalos sonoros,

louvai-o com os c√≠mbalos de j√ļbilo!

Louve a Deus tudo o que vive e que respira,

tudo cante os louvores do Senhor!

Glória ao Pai.....

Leitura breve                                                          2Tm 2,8.11-13

Lembra-te de Jesus Cristo, da descendência de Davi, ressuscitado dentre os mortos. Merece fé esta palavra: se com ele morremos, com ele viveremos. Se com ele ficamos firmes, com ele reinaremos. Se nós o negamos, também ele nos negará. Se lhe somos infiéis, ele permanece fiel, pois não pode negar-se a si mesmo.

Nós vos louvamos, dando graças, ó Senhor, dando graças, invocamos vosso nome.

E publicamos os prodígios que fizestes.

BENEDICTUS

Compadecido, o patr√£o soltou seu empregado,

perdoando a sua dívida.

Bendito seja o Senhor Deus de Israel,
porque a seu povo visitou e libertou;

e fez surgir um poderoso Salvador
na casa de Davi, seu servidor,

como falara pela boca de seus santos,
os profetas desde os tempos mais antigos,

para salvar-nos do poder dos inimigos
e da m√£o de todos quantos nos odeiam.

Assim mostrou misericórdia a nossos pais,
recordando a sua santa Aliança

e o juramento a Abra√£o, o nosso pai,
de conceder-nos que, libertos do inimigo,

a ele nós sirvamos sem temor
em santidade e em justiça diante dele,
enquanto perdurarem nossos dias.

Serás profeta do Altíssimo, ó menino,
pois irás andando à frente do Senhor
para aplainar e preparar os seus caminhos,

anunciando ao seu povo a salvação,
que est√° na remiss√£o de seus pecados;

pela bondade e compaix√£o de nosso Deus,
que sobre nós fará brilhar o Sol nascente,

para iluminar a quantos jazem entre as trevas
e na sombra da morte est√£o sentados

e para dirigir os nossos passos,
guiando-os no caminho da paz.

Glória ao Pai...

Preces

Ao Deus de todo poder e bondade, que nos ama e sabe do que temos necessidade, abramos o coração com alegria; e o aclamemos com louvores, dizendo:

  1. Nós vos louvamos, Senhor, e em vós confiamos!

Nós vos bendizemos, Deus todo-poderoso e Rei do universo, porque, mesmo sendo pecadores, viestes à nossa procura,

‚Äď para conhecermos vossa verdade e servirmos √† vossa majestade. R.

Deus, que abristes para nós as portas da vossa misericórdia,

‚Äď n√£o nos deixeis jamais afastar do caminho da vida. R.

Ao celebrar a ressurreição do vosso amado Filho,

‚Äď fazei que este dia transcorra para n√≥s cheio de alegria espiritual. R.

Dai, Senhor, a vossos fiéis o espírito de oração e de louvor,

‚Äď para que vos demos gra√ßas sempre e em todas as coisas. R.

(Inten√ß√Ķes livres)

Pai nosso ...

Oração

√ď Deus, criador de todas as coisas, volvei para n√≥s o vosso olhar e, para sentirmos em n√≥s a a√ß√£o do vosso amor, fazei que vos sirvamos de todo o cora√ß√£o. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Esp√≠rito Santo.

Meditação do dia

Não te digo perdoar até sete vezes, mas até setenta vezes sete...

A intenção geral da parábola é a de nos ensinar a sermos mais indulgentes em relação às culpas cometidas pelas pessoas que nos fizeram algum mal, especialmente se depois do mal cometido, o culpado suplicasse ao ofendido, pedindo-lhe o perdão de suas culpas passadas. A parábola quer também nos dar esse ensinamento e nos fazer compreender que devemos pagar também as culpas que Deus já nos perdoou, das quais já obtivemos a remissão, se depois da remissão não tivermos absolvido, por nossa vez, as culpas daqueles que nos ofenderam, a ponto tal de não deixar subsistir em nós a mínima recordação sequer da ofensa recebida. Mas é com todo o coração, tornado mais forte pela ausência do rancor (o que não é pouca virtude), que devemos perdoar a quem nos ofendeu com um mal cometido intencionalmente contra um de nós.

Orígenes
Teólogo e escritor cristão (185-253?).

Oração para esta tarde

Dai graças ao Senhor, pois ele é bom!
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo,
como era no princípio, agora e sempre.
Amém.

Hino
√ď luz, √≥ Deus Trindade,
ó Unidade e fonte:
na luz do sol que morre,
a vossa em nós desponte.

A vós de madrugada,
de tarde vos cantamos;
a vós na eternidade,
louvar sem fim possamos.

Ao Pai e ao Filho glória,
ao Espírito também,
louvor, honra e vitória
agora e sempre. Amém.
Salmo                                 ........................................     111(112)

Vivei como filhos da luz. E o fruto da luz chama-se: bondade, justiça, verdade (Ef 5,8-9).

Feliz o homem que respeita o Senhor
e que ama com carinho a sua lei!
Sua descendência será forte sobre a terra,
abençoada a geração dos homens retos!

Haverá glória e riqueza em sua casa,
e permanece para sempre o bem que fez.
Ele é correto, generoso e compassivo,
como luz brilha nas trevas para os justos.

Feliz o homem caridoso e prestativo,
que resolve seus negócios com justiça.
Porque jamais vacilar√° o homem reto,
sua lembrança permanece eternamente!

Ele não teme receber notícias más:
confiando em Deus, seu coração está seguro.
Seu coração está tranquilo e nada teme,
e confusos h√° de ver seus inimigos.

Ele reparte com os pobres os seus bens,
permanece para sempre o bem que fez,
e crescerão a sua glória e seu poder.

O ímpio, vendo isto, se enfurece,
range os dentes e de inveja se consome;
mas os desejos do malvado d√£o em nada.

Glória ao Pai...

Leitura                                                                                                             Hb 12,22-24
V√≥s vos aproximastes do monte Si√£o e da cidade do Deus vivo, a Jerusal√©m celeste; da reuni√£o festiva de milh√Ķes de anjos; da assembleia dos primog√™nitos, cujos nomes est√£o escritos nos c√©us; de Deus, o Juiz de todos; dos esp√≠ritos dos justos, que chegaram √† perfei√ß√£o; de Jesus, mediador da nova alian√ßa, e da aspers√£o do sangue mais eloquente que o de Abel.

√Č grande o Senhor, e √© grande o seu poder.
Seu saber é sem limites.

MAGNIFICAT
Servo mau, eu perdoei a tua dívida, porque tu me pediste e suplicaste.
Não devias também tu compadecer-te deste teu companheiro de serviço,
assim como de ti eu tive pena?

A minha alma engrandece ao Senhor
e se alegrou o meu espírito em Deus, meu Salvador;
pois ele viu a pequenez de sua serva,
desde agora as gera√ß√Ķes h√£o de chamar-me de bendita.

O Poderoso fez por mim maravilhas
e Santo é o seu nome!
Seu amor, de geração em geração,
chega a todos que o respeitam;

demonstrou o poder de seu braço,
dispersou os orgulhosos;
derrubou os poderosos de seus tronos
e os humildes exaltou;

De bens saciou os famintos,
e despediu, sem nada, os ricos.
Acolheu Israel, seu servidor,
fiel ao seu amor,

como havia prometido aos nossos pais,
em favor de Abra√£o e de seus filhos, para sempre.

Glória ao Pai...

Preces
Alegramo-nos no Senhor, de quem procede todo bem. Por isso, peçamos de coração sincero:

R. Ouvi, Senhor, a nossa oração!

Pai e Senhor do universo, que enviastes vosso Filho ao mundo para que em toda parte fosse glorificado o vosso nome,
‚Äď confirmai o testemunho da vossa Igreja entre os povos. R.

Fazei-nos dóceis à pregação dos apóstolos,
‚Äď para vivermos de acordo com a verdade da nossa f√©. R.

Vós, que amais os justos,
‚Äď fazei justi√ßa aos oprimidos. R.

Libertai os prisioneiros e abri os olhos aos cegos,
‚Äď levantai os que ca√≠ram e protegei os estrangeiros. R.

(Inten√ß√Ķes livres)

Realizai a promessa feita aos que adormeceram na vossa paz,
‚Äď e fazei que alcancem, por vosso Filho, a santa ressurrei√ß√£o. R.

Pai nosso...

ANT√ćFONA MARIANA
Salve Rainha, Mãe de Misericórdia, vida e doçura esperança nossa salve! A vós bradamos os degredados filhos de Eva.
A vós suspiramos gemendo e chorando neste vale de lágrimas.
Eia, pois advogada nossa, esses vossos olhos misericordiosos a nós volvei, e depois deste desterro, mostrai-nos Jesus, bendito fruto do vosso ventre, ó clemente, ó piedosa ó doce e sempre Virgem Maria.
Rogai por nós Santa Mãe de Deus, para que sejamos dignos das promessas de Cristo. Amém

Dai graças ao Senhor, pois ele é bom!

Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo,

como era no princípio, agora e sempre.

Amém.

Hino

√ď luz, √≥ Deus Trindade,

ó Unidade e fonte:

na luz do sol que morre,

a vossa em nós desponte.

A vós de madrugada,

de tarde vos cantamos;

a vós na eternidade,

louvar sem fim possamos.

Ao Pai e ao Filho glória,

ao Espírito também,

louvor, honra e vitória

agora e sempre. Amém.

Salmo                                 ........................................     111(112)

Vivei como filhos da luz. E o fruto da luz chama-se: bondade, justiça, verdade (Ef 5,8-9).

Feliz o homem que respeita o Senhor

e que ama com carinho a sua lei!

Sua descendência será forte sobre a terra,

abençoada a geração dos homens retos!

Haverá glória e riqueza em sua casa,

e permanece para sempre o bem que fez.

Ele é correto, generoso e compassivo,

como luz brilha nas trevas para os justos.

Feliz o homem caridoso e prestativo,

que resolve seus negócios com justiça.

Porque jamais vacilar√° o homem reto,

sua lembrança permanece eternamente!

Ele não teme receber notícias más:

confiando em Deus, seu coração está seguro.

Seu coração está tranquilo e nada teme,

e confusos h√° de ver seus inimigos.

Ele reparte com os pobres os seus bens,

permanece para sempre o bem que fez,

e crescerão a sua glória e seu poder.

O ímpio, vendo isto, se enfurece,

range os dentes e de inveja se consome;

mas os desejos do malvado d√£o em nada.

Glória ao Pai...

Leitura                                                                                                             Hb 12,22-24

V√≥s vos aproximastes do monte Si√£o e da cidade do Deus vivo, a Jerusal√©m celeste; da reuni√£o festiva de milh√Ķes de anjos; da assembleia dos primog√™nitos, cujos nomes est√£o escritos nos c√©us; de Deus, o Juiz de todos; dos esp√≠ritos dos justos, que chegaram √† perfei√ß√£o; de Jesus, mediador da nova alian√ßa, e da aspers√£o do sangue mais eloquente que o de Abel.

√Č grande o Senhor, e √© grande o seu poder.

Seu saber é sem limites.

MAGNIFICAT

Servo mau, eu perdoei a tua dívida, porque tu me pediste e suplicaste.

Não devias também tu compadecer-te deste teu companheiro de serviço,

assim como de ti eu tive pena?

A minha alma engrandece ao Senhor

e se alegrou o meu espírito em Deus, meu Salvador;

pois ele viu a pequenez de sua serva,

desde agora as gera√ß√Ķes h√£o de chamar-me de bendita.

O Poderoso fez por mim maravilhas

e Santo é o seu nome!
Seu amor, de geração em geração,

chega a todos que o respeitam;

demonstrou o poder de seu braço,

dispersou os orgulhosos;

derrubou os poderosos de seus tronos

e os humildes exaltou;

De bens saciou os famintos,

e despediu, sem nada, os ricos.

Acolheu Israel, seu servidor,

fiel ao seu amor,

como havia prometido aos nossos pais,

em favor de Abra√£o e de seus filhos, para sempre.

Glória ao Pai...

Preces

Alegramo-nos no Senhor, de quem procede todo bem. Por isso, peçamos de coração sincero:

  1. Ouvi, Senhor, a nossa oração!

Pai e Senhor do universo, que enviastes vosso Filho ao mundo para que em toda parte fosse glorificado o vosso nome,

‚Äď confirmai o testemunho da vossa Igreja entre os povos. R.

Fazei-nos dóceis à pregação dos apóstolos,

‚Äď para vivermos de acordo com a verdade da nossa f√©. R.

Vós, que amais os justos,

‚Äď fazei justi√ßa aos oprimidos. R.

Libertai os prisioneiros e abri os olhos aos cegos,

‚Äď levantai os que ca√≠ram e protegei os estrangeiros. R.

(Inten√ß√Ķes livres)

Realizai a promessa feita aos que adormeceram na vossa paz,

‚Äď e fazei que alcancem, por vosso Filho, a santa ressurrei√ß√£o. R.

Pai nosso...

ANT√ćFONA MARIANA

Salve Rainha, Mãe de Misericórdia, vida e doçura esperança nossa salve! A vós bradamos os degredados filhos de Eva.

A vós suspiramos gemendo e chorando neste vale de lágrimas.

Eia, pois advogada nossa, esses vossos olhos misericordiosos a nós volvei, e depois deste desterro, mostrai-nos Jesus, bendito fruto do vosso ventre, ó clemente, ó piedosa ó doce e sempre Virgem Maria.

Rogai por nós Santa Mãe de Deus, para que sejamos dignos das promessas de Cristo. Amém

Evangelho do dia

Naquele tempo, Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou-Lhe: ¬ęSe meu irm√£o me ofender, quantas vezes deverei perdoar-lhe? At√© sete vezes?¬Ľ.
Jesus respondeu: ¬ęN√£o te digo at√© sete vezes, mas at√© setenta vezes sete.
Na verdade, o reino de Deus pode comparar-se a um rei que quis ajustar contas com os seus servos.
Logo de começo, apresentaram-lhe um homem que devia dez mil talentos.
Não tendo com que pagar, o senhor mandou que fosse vendido, com a mulher, os filhos e tudo quanto possuía, para assim pagar a dívida.
Ent√£o o servo prostrou-se a seus p√©s, dizendo: ‚ÄėSenhor, concede-me um prazo e tudo te pagarei‚Äô.
Cheio de compaixão, o senhor daquele servo deu-lhe a liberdade e perdoou-lhe a dívida.
Ao sair, o servo encontrou um dos seus companheiros que lhe devia cem den√°rios. Segurando-o, come√ßou a apertar-lhe o pesco√ßo, dizendo: ‚ÄėPaga o que me deves‚Äô.
Ent√£o o companheiro caiu a seus p√©s e suplicou-lhe, dizendo: ‚ÄėConcede-me um prazo e pagar-te-ei‚Äô.
Ele, porém, não consentiu e mandou-o prender, até que pagasse tudo quanto devia.
Testemunhas desta cena, os seus companheiros ficaram muito tristes e foram contar ao senhor tudo o que havia sucedido.
Ent√£o, o senhor mandou-o chamar e disse: ‚ÄėServo mau, perdoei-te tudo o que me devias, porque mo pediste.
Não devias, também tu, compadecer-te do teu companheiro, como eu tive compaixão de ti?’.
E o senhor, indignado, entregou-o aos verdugos, até que pagasse tudo o que lhe devia.
Assim proceder√° convosco meu Pai celeste, se cada um de v√≥s n√£o perdoar a seu irm√£o de todo o cora√ß√£o¬Ľ.

Tradu√ß√£o lit√ļrgica da B√≠blia

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